O Programa O Programa

O Programa de Pós-Graduação em Nutrição de modo autônomo, mas em paralelo com Departamento de Nutrição (DN) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), tem atuado, através de seus quadros, sempre como consultor no planejamento de políticas públicas para as áreas de Nutrição Experimental e Clínica, Saúde Pública, Ciência e Tecnologia dos Alimentos.Os egressos do Programa de Pós-graduação em Nutrição da UFPE têm sido absorvidos pela sociedade e exercido sobre ela uma ação transformadora. Hoje, a importância social do Programa de Pós-graduação em Nutrição da UFPE tem dimensão não somente regional e nacional, mas internacional.

O Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN) da Universidade Federal de Pernambuco, campus Recife, oferece curso stricto sensu em nível de Mestrado e de Doutorado, implantados em 1975 e 1995, respectivamente, pelo professor Nelson Ferreira de Castro Chaves. Ambos recomendados e reconhecidos pelo Conselho Técnico Científico (CTC) da CAPES, situando-se atualmente entre os melhores cursos acadêmicos de pós-graduação na área de Nutrição no país. Nosso objetivo visa à formação crítica, criativa e inovadora no âmbito do Campo da Alimentação e Nutrição de recursos humanos altamente capacitados e multiplicadores do planejamento e desenvolvimento de pesquisas, o exercício do magistério em cursos de graduação e pós-graduação e a promoção de atividades de divulgação e educação nos diversos aspectos desse domínio do conhecimento.

A duração do curso é de no máximo 24 meses para o Mestrado e 48 meses para o Doutorado, período em que o estudante deverá cursar 31 créditos (25 obrigatórios e 6 eletivos) e 25 créditos (16 obrigatórios e 9 eletivos), respectivamente. O programa possui 3 áreas de concentração e suas respectivas linhas de pesquisa, a saber:

Nutrição em Saúde Pública (Abordagem qualitativa e avaliação de políticas: programas e intervenções de saúde, alimentação e nutrição; Avaliação clínica e análise epidemiológica dos problemas de alimentação, saúde, nutrição e seus descendentes)

Ciência dos Alimentos (Biotecnologia aplicada aos alimentos e compostos bioativos; Pesquisas analíticas e tecnológicas de matérias primas alimentares e bebidas: composição, valor nutritivo, interação entre constituintes, biodisponibilidade e controle de qualidade)

Bases Experimentais da Nutrição (Fisiologia e bioquímica da nutrição, atividade física e imunidade).

O Programa possui um corpo docente qualificado em cada uma das áreas e linhas de pesquisas existentes e apoio de agências de fomento com a concessão de financiamentos e bolsas e com parcerias com outras instituições de ensino e pesquisa no Brasil e no Exterior.

  • As origens históricas do Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFPE

Ambiente econômico-sócio-político de origem

No bojo dos acontecimentos econômico-político-sociais e culturais que caracterizaram os anos entre 1950 e 1964, o Nordeste brasileiro, particularmente o Estado de Pernambuco, também foi o palco de um movimento bastante específico, cuja preocupação central voltava-se para o estudo da complexa e paradoxal problemática da gênese e reprodução da fome/desnutrição e suas formas de enfrentamento.

Nesse movimento, destacamos a atuação de dois eminentes cientistas pernambucanos que, desde o início dos anos 30, participavam do processo de constituição do campo da nutrição no Brasil.

De um lado, Josué de Castro (1908-1973) , à época deputado federal por Pernambuco, que, entre outras contribuições, presidiu, em 1955, o 1º Congresso Camponês de Pernambuco, ocasião em que foi criada a estrutura orgânica e eleita a primeira diretoria do movimento das Ligas Camponesas. Fundou, em 1957, a Associação Mundial de Luta Contra a Fome (ASCOFAM) e realizou o Seminário de Endemias e Desnutrição do Nordeste, em junho de 1958, no Município de Garanhuns, PE. De outro lado, Nelson Chaves (1906-1982) , que fundou, em 1956, o Instituto de Fisiologia e Nutrição (atual Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE); criou, em 1957, o Curso de Nutricionistas (atual Curso de Graduação em Nutrição da UFPE) e coordenou, em 1963, uma investigação nutricional denominada “Northeast Brazil Nutrition Survey”, patrocinada pelo “Interdepartmental Committee on Nutrition for National Development (ICNND)” dos Estados Unidos da América, entre outras contribuições. Ambos desenvolverão uma forte influência sobre as gerações de cientistas (médicos e nutricionistas) que, nos anos subseqüentes, participaram do processo de institucionalização da Nutrição no Brasil.

  • O Departamento de Nutrição (DN) da UFPE

As origens do DN remontam a 1956, com a instalação do Instituto de Fisiologia e Nutrição da Faculdade de Medicina da Universidade do Recife. Isto decorreu naturalmente da existência de uma equipe de fisiologistas, sob a direção do Professor Nelson Chaves, empenhada na investigação da problemática nutricional do nordestino. A evolução desse grupo levou a ser atingida uma massa crítica que impôs a transformação do Instituto em organismo universitário autônomo – o Instituto de Nutrição - (Estatuto da UFPE, capítulo II, artigo 17º, 1970, aprovado pelo parecer no 870/70, em 13/11/70). Em decorrência da reforma da Estrutura da UFPE, a partir de 1975, o Instituto de Nutrição, com o nome de Departamento de Nutrição, passou a integrar o Centro de Ciências da Saúde, constituído de Departamentos oriundos de Faculdades, Escolas e Institutos da área de Saúde. Atualmente denominado Departamento de Nutrição, o Instituto tem como finalidade a investigação dos problemas sociais, científicos e tecnológicos do Campo da Nutrição do Brasil em particular da Região Nordeste, em sua abrangência multiprofissional, inter e transdisciplinar com vistas a fornecer apoio logístico aos programas de combate à desnutrição.

O Departamento de Nutrição desde sua criação tem sido partícipe do progresso regional, estando seus componentes atentos ao desenvolvimento científico e tecnológico nacional. Assim sendo, o avanço socioeconômico da região, há muito, tem tido importante apoio nas pesquisas básicas e aplicadas do Departamento, nos seus serviços prestados.

  • O Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFPE

Ao longo dos anos, para se obter um resultado consistente e efetivo ante os graves problemas nutricionais, foram definidas linhas de ação prioritárias de atuação no DN. À medida que a atividade científica inicial se desenvolvia, foi possível a diversificação de linhas de pesquisa de aspectos específicos: natureza, causas, mecanismos, dimensão das alterações do estado nutricional, ações de intervenção e combate às carências nutricionais prevalentes na Região. Isto levou a uma distribuição funcional dos pesquisadores do Departamento em equipes, constituindo seis laboratórios de pesquisa, a saber: Bioquímica da Nutrição, Fisiologia da Nutrição, Nutrição Clínica, Nutrição Experimental, Experimentação e Análise de Alimentos, Nutrição em Saúde Pública. Essas equipes, além do labor científico acima descrito, tiveram a seu cargo o ensino de graduação (Curso de Nutrição, instituído em 1957) e o ensino de pós-graduação (Curso de Mestrado em Nutrição, instituído em 1971). Em 1991, a evolução, maturidade e nível de formação dos docentes permitiram a criação do primeiro doutorado na área de Nutrição no Brasil.

  • O início com o Mestrado em Nutrição da UFPE

Foi no início da década de 70 que o Professor Nelson Chaves, com o apoio de uma entusiasmada equipe de pesquisadores, implantou, com êxito, o Mestrado em Nutrição da UFPE, pioneiro no Brasil em sua especialidade. Ao longo de mais de duas décadas de atividade, o Curso tem dirigido seus esforços no sentido de melhorar qualitativamente o nível da formação que vem propiciando às novas gerações de profissionais da nutrição, nos seus múltiplos aspectos. Um levantamento recente revela que o Mestrado em Nutrição da UFPE já formou cerca de 300 mestres, muitos dos quais são docentes de Instituições de Ensino Superior, funcionários, ou técnicos de empresas, estando pequena parte sem vínculo empregatício. O que demonstra a importância do Curso nessa área do conhecimento.

O credenciamento pelo Conselho Federal de Educação (1974) e posteriores recredenciamentos (1980, 1986, 1991, 1995, 1997), bem como as periódicas avaliações da Capes, comprovam a consolidação do Mestrado em Nutrição. Desde o Relatório do ano-base 1987, o Curso foi classificado, durante dez anos, pela Capes com o conceito "A". Atualmente, o Programa é nível 6 da Capes, sendo um dos três cursos melhor classificados em sua área. Contudo, estamos e envidaremos um grande esforço para alcançarmos nível mais elevado, criando condições infraestruturais para um aumento quantitativo e qualitativo de nosso pessoal e de nossa produção.

  • A implantação do Doutorado em Nutrição da UFPE

A consolidação do nível de excelência do Mestrado fortaleceu o propósito de implantação do Doutorado em Nutrição da UFPE, com vistas à formação, em alto nível, de pessoal capacitado para o exercício de atividades de pesquisa, ensino e extensão na área da Nutrição, de forma autônoma e necessariamente criativa. Um dos pontos de apoio à realização deste propósito residiu na existência de uma massa crítica de pesquisadores qualificados, bem como de uma infraestrutura compatível com o funcionamento do doutorado. Além disso, a colaboração, agora ampliada, de vários núcleos de excelência da UFPE, bem como de diversas instituições nacionais e internacionais de longa data envolvidas em atividades de intercâmbio técnico-científico com a pós-graduação em Nutrição, representaram e representam ainda um apoio complementar importante que é uma das bases do êxito do Doutorado.

A situação nutricional do nosso país configura um quadro com muitos aspectos contraditórios e preocupantes. Aliados aos índices de desnutrição protéico-energética e de outras deficiências nutricionais específicas, há ainda frequentemente consideráveis taxas de mortalidade infantil. A esse quadro, se acrescenta a grande preocupação com os índices alarmantes de obesidade, mesmo entre os extratos sociais economicamente menos favorecidos. É o reflexo da chamada “Transição Nutricional” tão bem descrita pelo Dr. Malaquias Batista, membro do nosso Programa.

Com base nesse quadro, as instituições de Fomento à Pesquisa e à Formação de Recursos Humanos têm dado prioridade à área da Nutrição. Recentemente, foi criada a “Área de Nutrição” na Capes. Nesse particular, o Programa de Pós-graduação em Nutrição teve participação destacada através do Fórum de Coordenadores de Pós-graduação em Nutrição no auxílio à conquista dessa nova e representativa área.  Uma das Reuniões Nacionais do Fórum, a segunda, foi sediada em Recife. Realizamos também em conjunto com outras pós-graduações de Nutrição da região, aqui na UFPE, o I Encontro de Programas de Pós-graduações do Nordeste do Brasil. Apesar desse considerável avanço, ainda são poucos os cursos de pós-graduação em Nutrição no País. O da UFPE é o mais antigo curso formal de pós-graduação em Nutrição no Brasil, tanto mestrado como doutorado. Por essas razões, o Doutorado em Nutrição da UFPE tem importância por demais evidente, não apenas para a UFPE, mas para o país, na medida em que preenche uma lacuna no elenco de cursos especializados, dirigidos à capacitação de recursos humanos de alta qualificação nesse campo do conhecimento.

Até o presente momento, já foram formados mais de uma centena de doutores que já estão exercendo efeito multiplicador no ensino, na pesquisa e na extensão na área da nutrição em todo país. Esses egressos estão empregados e grande parte é docente das IES em todo país. Alguns inclusive pertencem ao quadro docente permanente do próprio programa.

  • Perfil e ação do corpo docente

Os membros do colegiado do Programa de Pós-graduação em Nutrição da UFPE, com o objetivo de em curto prazo planejar estratégias para aumentar qualitativamente e internacionalizar a produtividade, têm implementado a ampliação: dos projetos de financiamento nacionais e internacionais, das cooperações, dos artigos publicados em revista de impacto, das teses em co-tutela e sanduíche e das dissertações concluídas (com diminuição do tempo de permanência do aluno), da participação de alunos de iniciação científica em sistema de tutoria, da participação em todos os editais de órgãos financiadores, etc.

O corpo docente da pós-graduação cuja grande maioria é bolsista de produtividade do CNPq tem consciência de seu potencial e de que pode se situar em um nível mais elevado na classificação da Capes. Sabemos da importância e da abrangência do nosso programa no contexto histórico e regional dentro da área de Nutrição. Todos os pesquisadores em Nutrição sabem da importância para área de pesquisa de personagens do Programa como Nelson ChavesNaíde Teodósio , Bertoldo Kruze, Malaquias Batista, Fernando Aguiar, Hernando Flores, Eunice Salzano, Ramanita Varela, Rubem Guedes e de seus produtos intelectuais.

Vários membros do Colegiado são egressos e consultores de órgãos públicos (CNPq, MCT, MS, MEC, etc) que têm influenciado de um modo importante na solução dos problemas de ensino, pesquisa e extensão no campo da Nutrição no país e fora dele. Os membros têm participado do corpo editorial de revistas de circulação nacional e internacional, além de eventos científicos nacionais e internacionais, inclusive como palestrantes. Estamos estreitamente ligados à ciência, à tecnologia e à extensão. Portanto, este potencial humano, associado às justas pretensões do Programa, é constatado pela alta produção intelectual qualitativa e quantitativa do corpo docente e discente.

Com uma avaliação rigorosa e um acompanhamento contínuo, nós temos melhorado o nível do quadro discente do programa. Assim, hoje é enfatizada a avaliação conjunta entre orientando e orientador, atividade esta que é implementada desde o início do ano letivo, medida de resultados consideráveis. Os primeiros resultados dessa reestruturação foram percebidos com a melhora da qualidade e um aumento da frequência de teses e dissertações defendidas desde o segundo semestre de 2003 até o presente ano.

É importante ressaltar que o acompanhamento efetivo tem sido realizado de várias formas, mas a criação deste “site” inclusive com “link” para o “Facebook”, que possibilita a discussão de problemas de toda a natureza da Pós-Graduação, foi uma iniciativa inovadora que tem resultados importantíssimos na área do intercâmbio da informação. Ademais, implantamos definitivamente os modelos formais de monografia de qualificação, de dissertação e de tese, os quais privilegiam a estruturação dos artigos científicos. Há inclusive o fortalecimento da exigência dos artigos em revistas indexadas para obter-se a permissão da defesa das teses. O tempo de titulação é agora de 24 meses para o Mestrado e de 48 meses para o Doutorado.

Portanto, a finalidade evidente e principal do nosso esforço é de:

1-Aumentar o poder competitivo a fim de ampliar o número de nossas publicações internacionais em periódicos com índice de impacto;

2-Expandir o número dos doutoramentos sanduíche e cotutelas nacionais e internacionais (que já vêm sendo realizados pelo Programa);

3-Ampliar os programas de colaboração com outros estados do país (somos pioneiros nesse particular, estando presente em vários PROCAD com UFBA, UERJ, UFPR, UFPB) e os convênios de intercâmbio internacionais (Capes/Cofecub, programas com países da África, América Latina, Europa, Oceania, EUA etc.) através do fomento internacional e programas de cooperação internacional. Ampliar, portanto o número de publicações em conjunto com os parceiros nacionais e internacionais.

4- Participar das redes internacionais e nacionais de laboratório e projetos científicos. Já estamos inclusive participando como um dos líderes da formação de um laboratório internacional e a estruturação de uma pós-graduação internacional França/México/Brasil, tendo o Reitor Anísio Brasileiro já ido ao México para discutir detalhes do acordo.

Podemos afirmar que os resultados são os melhores, pois um maior número de projetos de financiamento de pesquisa a cada ano estão sendo aprovados e desenvolvidos com a participação de membros do colegiado, docentes e estudantes do Programa de pós-graduação em Nutrição da UFPE e também com estudantes egressos que fazem parte de outros programas.

Há mais de dez anos que desenvolvemos parcerias internacionais com vários países no mundo. Nosso trabalho agora, portanto, concentra-se na consolidação da Internacionalização do Programa, corroborando a visão mais ampla da UFPE.

As palavras do Reitor concluem, refletindo o atual foco do Programa: Internacionalização

UFPE Internacional (Anísio Brasileiro – Reitor da UFPE)

O fenômeno da globalização nas sociedades contemporâneas tem como força motriz o conhecimento que se dissemina em circuitos econômico, financeiros e de comunicação, articulando fluxos de pessoas e bens em escala planetária. A pesquisa tem um papel importante nesse processo. Seus avanços baseiam-se no aporte da comunidade científica que, por meio de equipes conectadas em rede e de organizações sociais, contribuem para a geração do conhecimento e da inovação, com fim de buscar o bem-estar dos povos.

Cada país tem sua estrutura de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). No Brasil, a política de CT&I se ancora na Capes, CNPq e Finep. O País conta com centros de pesquisa em empresas públicas e privadas. Essa estrutura se completa com universidades federais, estaduais, particulares, confessionais e fundações de apoio à pesquisa. Essa bem-sucedida política permitiu ao Brasil tornar-se referência internacional na produção do conhecimento, expresso pela titulação, em 2011, de mais de 13 mil doutores, de 37 mil mestres, e formação graduada em áreas estratégicas para o País.

Em 2011, a presidente Dilma Rousseff lançou o Programa Ciência sem Fronteiras para internacionalizar a pesquisa, enviando brasileiros para as melhores universidades do mundo, com a oferta de 101 mil bolsas em quatro anos, para graduação e pós-graduação, bem como para receber pesquisadores do exterior, fortalecendo a nossa pesquisa.

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) vem participando com entusiasmo do programa. Para isso, fortalecemos a diretoria de Cooperação Internacional, com alocação de recursos e pessoal, além de definir um plano de ação 2012-2015. Quatro eixos estruturam o projeto de internacionalização: 1) apoio aos pesquisadores no acesso a equipes mundiais, mobilidade bilateral com publicações conjuntas e júris de teses, 2) mobilidade estudantil com bolsas, apoio financeiro para cursos de línguas e acolhimento de estudantes internacionais, 3) construção de alianças com melhores universidades do mundo e indução de áreas estratégicas de pesquisa, 4) criação de pós-graduações entre países, com oferta de disciplinas e seminários com tecnologias a distância, duplos diplomas e cotutelas.

A atuação conjunta com a Facepe e outras instituições de Pernambuco e do Nordeste vem sendo estimulada, bem como articulações com empresas públicas e privadas para qualificar recursos humanos necessários ao desenvolvimento regional. A UFPE está atenta aos apoios diversos para todas as áreas do conhecimento, com prioridades para a assistência estudantil, de modo que todos tenham igualdades de oportunidades para ter acessos às melhores universidades do mundo. Esse esforço tem como meta principal o incentivo à solidariedade entre povos e continentes, em especial África e América Latina, a defesa dos direitos humanos, a luta contra todas as formas de discriminação e defesa da cultura da paz. Esses são valores universais que a UFPE cultiva e prática de longa data.

Nossas saudações universitárias

Recife, 25 de junho de 2012

Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFPE

Referência:

Anísio Brasileiro Reitor da UFPE* Artigo publicado no Jornal do Commercio de 10 de abril de 2012

Francisco de Assis Guedes de Vasconcelos. Um perfil de Nelson Chaves e da sua contribuição à nutrição em saúde pública no Brasil. Cad. Saúde Pública vol.17 no.6 Rio de Janeiro Nov./Dec. 2001