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Cinema da UFPE exibirá hoje (9) Geronimo e Disforia Urbana

O cinema receberá espectadores até a lotação e as senhas serão distribuídas a partir das 17h

Hoje (9), na sessão de abertura do Cinema da UFPE, às 18h, serão exibidos os filmes “Geronimo” e “Disforia Urbana”, dois curtas de autoria de ex-alunos da graduação em Cinema da Universidade. O cinema receberá espectadores até a lotação. Senhas serão distribuídas a partir das 17h. A sala de exibição começará a funcionar regularmente no dia 7 de novembro, cobrando ingressos no valor de R$ 14,00 (inteira), R$ 7,00 (meia) e R$ 6,00 (ingresso subvencionado para estudantes, professores e técnicos da UFPE). As sessões de acessibilidade comunicacional e as sessões de formação de plateia serão gratuitas.

Instalado no bloco B do Centro de Convenções da instituição, ele tem 178 poltronas, incluindo lugares para cadeirantes e obesos, e oferecerá uma projeção DCP 4K, com som Dolby 5 X 1. A sala está preparada para exibir filmes em 2D e em 3D.

Disforia Urbana

O projeto surgiu a partir da relação de desconforto com o ritmo dos centros urbanos. Seja pela incomunicabilidade entre seres, a monotonia dos ciclos diários, ou mesmo as dinâmicas frenéticas a que os sujeitos estão aprisionados. “Disforia Urbana” trata sobre solidão, mas é, sobretudo, um recorte crítico de situações à margem dos olhares que busca refletir sobre a cidade, sentimentos e indivíduos.

Diretor: Lucas Simões é graduado em Cinema pela UFPE e realizador independente. Dirigiu e produziu o documentário “Fragmentos de uma cronologia inerte”, que participou por diversas mostras e festivais pelo país sendo vencedor dos prêmios “Destaque Pernambucano” no 1º Festival MOV de cinema universitário em 2013 e de melhor documentário na categoria formação do 17º FestCINE em 2015. Com “Disforia Urbana”, venceu novamente o prêmio de melhor documentário de formação no 18º FestCINE em 2016 e melhor filme na 6ª mostra Ecofalante de cinema ambiental em 2017.

Geronimo

Geronimo é o Sísifo contemporâneo. Abandonado e condenado por si mesmo, empurra o fracasso de se identificar, no plano individual ou coletivo. Entre o simbólico e o real, ele faz com que reflitamos: O que cada um carrega? Ou abandona pelo caminho? Que força faz mesmo a roda da vida girar? A verdade? O amor? Nesse Mise-en-abyme, Geronimo atravessa suas questões, mas muito mais as nossas.

Diretora: Com formação em Jornalismo (Unicap) e em Cinema pela UFPE, Anny Stone é uma cineasta versátil, com experiência como diretora, fotógrafa e montadora. Ela tem atuado em produções audiovisuais desde 2008, tendo trabalhado com renomados diretores brasileiros, como Hilton Lacerda. O trabalho de Anny Stone costuma trazer uma perspectiva singular sobre os seres humanos, pessoas comuns e o mundo que cada uma carrega dentro delas.

Data da última modificação: 10/10/2019, 11:23