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Linhas gerais

As nossas pesquisas enfocam, principalmente, o comportamento de animais não-humanos em vida livre e cativeiro (por exemplo: uacaris, sagüis comuns, macacos-de-cheiro, macacos-prego, peixes-bois, botos-cinza, papagaios, cavalos-marinhos e mosquitos).

Uma área de grande interesse é a bioacústica. Em particular, nós procuramos saber em qual situação social ocorre determinado tipo de vocalização. Um outro objetivo dos nossos estudos em bioacústica é entender o quão flexível é a comunicação em alguns animais não-humanos. Nesse sentido, em 2009, iniciamos uma cooperação com a Universidade da Califórnia (Campus de San Diego) com o objetivo de aprofundarmos os estudos sobre a comunicação vocal nos sagüis-comuns. Também temos colaboração com a Universidade de Bristol (Reino Unido), devesnvolvendo pesquisas bioacústicas junto ao Laboratório de Bioacústica e ecologia de morcegos da instituição. 

Estamos também a desenvolver uma série de pesquisas sobre a cognição em sagüis-comuns e papagaios. Os estudos com saguis são realizados em parceria com a Universidade de Viena. Os estudos com papagaios são realizados em colaboração com o centro de triagem de animais silvestres (CETAS-Tangara) de Pernambuco.

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         O Projeto Galego teve início em 2010, tendo como espécie alvo o macaco-prego-galego, Sapajus flavius. Este primata está Criticamente Ameaçado, sendo alvo de esforços nacionais e internacionais para sua conservação.

         Atualmente o Projeto Galego foca em criar uma interface entre pesquisa sobre ecologia comportamental, sociedade e meio ambiente, de modo a favorecer a conservação in situ do macaco-prego-galego.

           O projeto tem contribuído com a formação de pesquisadores locais e tem ido de encontro com Plano de Ação Nacional para Conservação dos Primatas do Nordeste.

Quer conhecer mais sobre nosso projeto e ajudar? Entre em contato conosco.

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