Fachada do prédio da Faculdade de Direito do Recife. Foto: Daniel Venegas/Procit UFPE

Sobre

O curso de Direito da Faculdade de Direito do Recife é um dos mais antigos do País. Foi criado em 11 de agosto de 1827 por um decreto imperial, juntamente com a Faculdade de Direito de São Paulo. Até então, a maioria dos bacharéis em direito, juristas e advogados no Brasil era formada pela Universidade de Coimbra, em Portugal.

A Faculdade de Direito do Recife teve como sua primeira sede o Mosteiro de São Bento, em Olinda. Em 1854, foi transferida para a Capital do Estado, incorporando-se à Universidade do Recife em 1946, ano de surgimento da Universidade Federal de Pernambuco.

 

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Trabalhos aprovados nos Grupos de Pesquisa Temáticos do IV Coloquio Internacional de Pragmatismo Jurídico e Teoria do Direito

Grupos de Trabalho - IV Coloquio Internacional de Pragmatismo e Teoria do Direito
 
 
GT 1 - Direitos Humanos, Pragmatismo e Corrupção
Faculdade de Direito do Recife - Horário: 14h00 às 15h30 – Anfiteatro III
Coordenadoras: Clarice von Oertzen (PUC-SP), Mariana Fischer (UFPE) e Flavianne Nobrega (UFPE)
 
1 Direitos humanos, corrupção e Ministério Público: discutindo uma relação a três. 
Por Guilherme Graciliano
 
1 Politização do combate à corrupção? Ministério Público, judiciarismo e crise institucional na Nova República. 
Por Bruno Lamenha
 
1 OS DESENHOS INSTITUCIONAIS INFORMAIS NO SISTEMA CARCERÁRIO BRASILEIRO: UMA ANÁLISE DA CORRUPÇÃO NO CASO DO COMPLEXO DO CURADO VS. BRASIL.
Por Cláudia Xavier de Castro, João Augusto, Renata Xavier de Castro e Flavianne Nóbrega
 
1 PRAGMATISMO E O COMBATE À CORRUPÇÃO ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
Por Talita Maria Pereira de Lima
 
1 CORRUPC¸A~O E DIREITOS HUMANOS: O MARCO JURÍDICO DA VIOLAÇÃO
Por Yulgan Lira
 
1 Regras de nomeação à PGR e o combate à corrupção
Por Renan Apolônio e Flavianne Nóbrega
 
1 A CORRUPÇÃO E SEUS EFEITOS NO ÂMBITO DOS DIREITOS HUMANOS
Por Cosmo da Silva Júnior
 
 
GT 2 - Desenhos Institucionais, Pragmatismo e Corrupção
Faculdade de Direito do Recife - Horário: 15h45 às 17h30 – Anfiteatro III
Coordenadores: Clarice von Oertzen (PUC-SP), Mariana Fischer (UFPE) e Leonardo Almeida (FICR)
 
2 Abusos do poder e Capital Social na visão de Robert Putnam
Por Ana Lúcia Menezes
 
2 As raízes do pragmatismo: A deliberação do prazer em Santo Tomás de Aquino
Por Renato Padilha
 
2 A atuação do Ministério Público Federal contra a corrupção no Brasil sob a perspectiva da Nova Economia Institucional
Por Larissa Virgínia
 
2 PARADIGMAS DAS INVESTIGAÇÕES DE CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Por Tiago Adão
 
2 JUDICIALIZAÇÃO OU COOPERAÇÃO ENTRE PODERES? A EMENDA CONSTITUCIONAL 86/15 NO STF
Por Anna Gabriela
 
2 CORRUPÇÃO NOS PEQUENOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: A CONEXÃO ENTRE AS RAÍZES HISTÓRICAS E O DESCONTROLE INSTITUCIONAL
Por Maria Vitória e Marianne Toledo
 
2 AS REFORMAS ULTRALIBERAIS NO BRASIL E SEUS OBJETIVOS OCULTOS: O DESVIRTUAMENTO DO BEM COMUM
Por Ana Paula e Raissa Lustosa
 
 
GT 3 - Direito, Pragmatismo e Corrupção
Faculdade de Direito do Recife - Horário: 14h00 às 15h30 – Anfiteatro IV
Coordenadores: Eduardo Mello (FGV-SP) e Carina Gouvêa (UFPE)
 
3 A Transparência, na prática, como elemento de controle da corrupção
Por Adriana Freisleben de Zanetti
 
3 Pesquisa em Direito: 12 erros e 12 soluções.
Por Ítalo Oliveira
 
3 O costume e a cultura organizacional na Administração Pública: entraves e a implementação de conformidade como padrão de gestão anticorrupção
Por Caio César e Marília Maria
 
3 Os Contratos de Coleta, Manejo e disposição final do lixo na Região Metropolitana 
do Recife: a ineficiência como paradigma, corrupção de propósitos
Por Romero Ivo
 
3 O caráter problemático das conduções coercitivas interpretado a partir da retórica analítica: revisitando as ADPFs 395 e 444 sob a égide da efetividade da persecução penal e 
do discurso concretizador dos direitos humanos
Por Tomás Pires
 
3 A (i)moralidade administrativa e sua indeterminação conceitual aos olhos do Supremo Tribunal Federal
Por Camila Laurentino
 
3 Do estudo da MP 869/2018 e da criação de um Autoridade Nacional de Proteção de Dados: uma análise pragmática da proteção de dados no Brasil sob o viés da corrupção.
Por Francisco Pimentel e Tassiana Beserra
 
GT 4 – Jogos de Poder, Pragmatismo e Corrupção
Faculdade de Direito do Recife - Horário: 15h45 às 17h30 – Anfiteatro IV
Coordenadores: Eduardo Mello (FGV-SP), Carina Gouvêa (UFPE) e Paulo Oliveira (UFPE)
 
4 INSTRUMENTALIZANDO O ARQUÉTIPO INSTITUCIONAL COM A CRIAÇÃO DE UM ÓRGAO INDEPENDENTE “PROVEDOR DE DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA” PELA VIA DA COOPERAÇÃO E DIÁLOGOS PARTICIPATIVOS
Por Carina Gouvêa
 
4 FATORES INSTITUCIONAIS QUE REFLETIRAM OS RESULTADOS DO AVANÇO DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL NO COMBATE À CORRUPÇÃO NO SETOR PÚBLICO BRASILEIRO.
Por Daiane Londero e Tassiana Moura 
 
4 EXPERIMENTO: O EFEITO DAS MEDIDAS JUDICIAIS SOBRE O COMPORTAMENTO DO ELEITOR
Por João Paulo
 
4 Iniciativas de Accountability Social e a atitude anticorrupção do estudante de graduação em Direito
Por Márcia Aúrea , Juliana Oliveira e Paulo Oliveira
 
4 Da lama ao caos, do caos à lama: os efeitos das leis anticorrupção nas ações de combate à corrupção no Brasil
Por Paulo Oliveira
 
4 Análise Neoinstitucional das consequências jurídico-políticas da exposição midiática na Operação Lava-Jato
Por Deric Breno, Bruna Maria, Cibele Mainara, Cassiana Ferreira, Natália Araújo, Hugo Henrique, Flavianne Nóbrega
 
4 O CRIME INSTITUCIONALIZADO COMO BARREIRA AO COMBATE À CORRUPÇÃO: O QUE O BRASIL PODE APRENDER A PARTIR DA EXPERIÊNCIA ASIÁTICA?
Por Matheus Rocha e Thiago Pereira
Data da última modificação: 26/06/2019, 10:27

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