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UFPE e Andifes celebram recomposição orçamentária para as universidades federais

O reitor da UFPE, Alfredo Gomes, comemorou a decisão do governo federal

A UFPE e a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) celebram o anúncio da recomposição orçamentária de R$ 488 milhões para as universidades federais, realizado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em agenda conjunta com a Andifes, o Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). Ao todo, serão mais de R$ 900 milhões para custeio, obras e bolsas de estudo, que haviam sido cortados na aprovação da Lei Orçamentária Anual de 2026, pelo Congresso Nacional: R$ 488 milhões de custeio nas universidades, R$ 218 milhões de obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e R$ 230 milhões na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior  (Capes). 

O reitor da UFPE, Alfredo Gomes, comemorou a recomposição orçamentária das universidades, destacando que o governo federal sinaliza que a educação tem que ser respeitada e ser considerada política pública de Estado. Pela LOA aprovada pelo Congresso, o orçamento de 2026 da UFPE seria de R$ 174,8 milhões. Com a recomposição, passará para R$ 183,4 milhões, ficando um pouco acima do valor de 2025, que foi de R$ 179 milhões, após a recomposição.

Para a Andifes, a medida representa um avanço significativo para a garantia do funcionamento das instituições: “O anúncio da recomposição do orçamento das universidades federais é uma decisão de grande relevância, que reafirma o compromisso do Governo Federal com a educação pública, com a ciência e com o futuro do nosso país”, afirmou o presidente da Andifes, reitor José Geraldo Ticianeli, da Universidade Federal de Roraima (UFRR).

O dirigente da Andifes lembrou ainda que as universidades federais são responsáveis por mais de 90% da produção científica nacional, além de desempenharem papel estratégico na formação profissional, na redução das desigualdades e na promoção da inclusão social, especialmente por meio da interiorização do ensino superior. Ele também enfatizou que a recomposição é fruto de um diálogo respeitoso e responsável entre o MEC, a Andifes e o Governo Federal e falou, ainda, da importância da construção de uma política de financiamento permanente para a educação superior pública, considerada uma pauta prioritária da Andifes.

Data da última modificação: 21/01/2026, 17:22

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