O evento teve início hoje (8), em Brasília, reunindo representantes de todo o país
A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) marca presença no marco zero do programa Capes-Global, iniciativa estratégica da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), voltada à internacionalização da pós-graduação brasileira. O evento teve início hoje (8), em Brasília, reunindo representantes de todo o país para apresentação das redes aprovadas e discussão das diretrizes de implementação do programa e segue até amanhã (9).
Entre as 33 redes selecionadas, a UFPE se destaca como instituição proponente da rede “Tecnologias Convergentes para a Sustentabilidade, Inclusão e Cooperação Global”. A proposta reúne, além da UFPE, a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), o Cefet-RJ, o Instituto Federal de Goiás (IFG) e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) como associadas.
Composta por 106 programas de pós-graduação, sendo 61 da UFPE, a rede está estruturada em três grandes eixos temáticos: Tecnologias Emergentes para Inovação Sustentável; Transição Energética, Sociobioeconomia e Saúde Global; e Democracia, Inclusão, Educação e Justiça Social. Esses eixos dialogam diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e com agendas estratégicas nacionais.
A rede contará com um investimento expressivo de R$ 18,2 milhões por ano ao longo de quatro anos, totalizando R$ 72,8 milhões. Os recursos serão destinados ao fortalecimento de ações estratégicas de pesquisa e inovação, à formação de recursos humanos altamente qualificados, à mobilidade acadêmica e à atração de pesquisadores visitantes no contexto da cooperação internacional.
Amanhã (9), haverá a apresentação da rede liderada pela UFPE, dentro da programação oficial do evento. Para a pró-reitora de Pós-Graduação da UFPE, professora Carol Leandro, “participar de um evento desta magnitude representa um marco no fortalecimento das ações de internacionalização da UFPE, tanto para programas de pós-graduação já consolidados quanto para aqueles em processo de consolidação. Trata-se de uma oportunidade estratégica para ampliar a recepção de estudantes e pesquisadores estrangeiros, intensificar a mobilidade acadêmica e fortalecer parcerias com laboratórios e instituições internacionais, contribuindo para elevar a qualidade, a visibilidade e o impacto da nossa produção científica”.