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Maior competição internacional de comunicação científica tem inscrições abertas no Brasil

Competição acontece em 32 países e é organizada pelo British Council

Do British Council

Produzir um vídeo de três minutos, sem edição e nenhum apoio de dispositivo eletrônico, para explicar um conceito científico ou tecnológico e mostrar sua importância ou impacto na vida cotidiana. Este é o desafio da 3ª edição do FameLab Brasil – competição internacional voltada para pesquisadores que acontece simultaneamente em 32 países e é organizada pelo British Council.

Os autores dos 30 melhores vídeos (julgados pelo conteúdo, clareza e carisma) ganharão passagem e estadia para ficar de 23 a 27 de abril no Rio de Janeiro, onde serão treinados por um especialista britânico da comunicação para se apresentarem ao vivo no Museu do Amanhã diante de um comitê avaliador e convidados. Serão selecionados dez finalistas, que passarão por outra etapa de treinamento e farão uma nova apresentação para concorrer ao grande prêmio: uma viagem para disputar as finais no Reino Unido, durante o Festival de Ciência de Cheltenham, que acontece de 4 a 10 de junho, na Inglaterra. 

INSCRIÇÕES – A submissão dos vídeos (em duas versões – português e inglês) deve ser feita pelo site até 28 de fevereiro. Nesse site também consta o edital com as regras do concurso. “De forma geral, podem participar pessoas que têm paixão pela ciência, com nível mínimo de mestrado nas áreas de ciências da vida ou ciências exatas, tecnológicas e engenharia [STEMM, na sigla em inglês]. Estas áreas essenciais para a inovação”, explica o diretor presidente do British Council, Martin Dowle.

FAMELAB – Trata-se da maior competição de comunicação científica do mundo, que acontece em 32 países e é organizada pelo British Council. Seu objetivo é promover a aproximação entre cientistas e público em geral, por meio da contextualização e abordagem de temas científicos no dia a dia da sociedade, além de incentivar o desenvolvimento de competências em comunicação, em especial a habilidade oral. 

No Brasil, a iniciativa conta com a parceria do Museu do Amanhã, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Data da última modificação: 23/01/2018, 16:44