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Cinema UFPE participa do XII Janela Internacional do Cinema no Recife amanhã (7) e sexta-feira (8)

As exibições começam com às 14h40, com a Mostra Curtas Brasil: Mudar de Rota

O Cinema UFPE integra a programação do XII Janela Internacional do Cinema no Recife, amanhã (7) e sexta-feira (8), com preço único promocional de R$ 5,00 por sessão. Na Universidade, a compra do ingresso será liberada uma hora antes do início de cada sessão, em espécie. O Janela Internacional marca no Cinema UFPE a programação experimental de abertura (soft open).

Amanhã (7), às 14h40, a Mostra Curtas Brasil: Mudar de Rota vai exibir os seguintes filmes:
- “Thynia”, da artista visual Lia Letícia. Sinopse: Uma alegoria sobre o imaginário de colonizados e colonizadores, fundamentado na ideia de que a tensão entre uma narrativa visual e uma narrativa sonora pode gerar um novo significado, um novo sentindo para uma determinada imagem.
- “Teoria sobre um planeta estranho”, de Marco Antonio Pereira. Sinopse: Uma jovem com deficiência auditiva está apaixonada pelo jovem frentista do posto de gasolina de Cordisburgo. Os familiares da moça não querem que ela se case, mas somente ele consegue acessar o mundo ao qual ela pertence. Depois do casamento, um incidente curioso mostra o quanto são especiais os pequenos momentos do cotidiano.
- “O Looping”, de Maick Hannder. Sinopse: “O Looping” que é sobre a paixão de voar. Curta metragem de ficção sobre a amizade de um menino e um aviador.
- “O Peixe”, de Jonathas de Andrade. Sinopse: Numa pequena vila, pescadores têm o ritual de abraçar os peixes após a pesca, fazendo do gesto afetuoso uma relação entre espécies pautada na força, violência e dominação.

A segunda sessão de amanhã (7) começa às 16h20 e apresenta o clássico “O Salário do Medo”, realizado em 1952 por Henri-Georges Clouzot. Sinopse: Las Piedras, um vilarejo controlado pela Southern Oil Company, está tomado pela pobreza. Quando um incêndio é iniciado num poço de petróleo perto do lugar, o presidente da companhia emprega um grupo de homens para ir ao local de caminhão e prevenir novos acidentes. O verdadeiro problema surge quando obstáculos começam a aparecer, sendo o primeiro deles uma íngreme montanha.

A terceira sessão será às 18h45, com uma mostra especial de curtas Farol Aceso, com direito a debate. Os filmes a serem exibidos são:
- “Cinema contemporâneo”, de Felipe André Silva. Sinopse: “Eu era bem novo quando fui estuprado pela primeira vez. Pensava em contar essa história um dia, a história dessa foto. Faltava coragem. Se o filme pudesse falar por mim eu conseguiria.”
- “Caranguejo rei”, de Enock Carvalho e Matheus Farias. Sinopse: Eduardo tem uma doença misteriosa em seu corpo. A aparição de caranguejos por toda a cidade do Recife pode ter algo a ver com isso.
- “Tempestade”, de Fellipe Fernandes. Sinopse: Ao longe, sobrevoando os vulcões multiplicados, uma tempestade elétrica era gestada em silêncio.
- “A mulher que sou”, de Nathália Tereza. Sinopse: Marta abre os olhos. Está cansada. A viagem foi longa. Mas o que tem pela frente pode ser ainda mais difícil. Ou não. Vai depender, afinal, do modo como irá encarar o que ainda está por vir no seu caminho. Ela sabe que o que está por vir não será fácil. E apesar da canseira, da enxaqueca que a imobiliza, da filha que está ao seu lado – e que conta com sua responsabilidade – está disposta a fazer o movimento necessário para seguir em diante.
- “Swinguerra”, de Bárbara Wagner e Benajin de Burca. Sinopse: Na quadra de esportes de uma escola pública, um grupo de dançarinos ensaia rotinas altamente disciplinadas sob o olhar atento de um coreógrafo. As tensões assombram os desejos pessoais enquanto são observados pelas companhias rivais.

SEGUNDO DIA - Na sexta-feira (8), o Janela começa na UFPE às 14h40, com a mostra de curtas Criar as Leis, com os seguintes filmes:
- “Quebramar”, de Cris Lyra. Sinopse: Sapatonas vão à praia. Levam seus corpos, afetos e memórias. É ano novo e têm sempre umas às outras. Para todas as moças.
- “Sete anos em maio”, de Affonso Uchoa. Sinopse: Em uma noite de maio, sete anos atrás, Rafael chegava em casa depois do trabalho. Quando abria o portão, alguém chamou seu nome. Ele olhou pro lado e viu pessoas que não conhecia. Rafael saiu da sua casa carregado pelos desconhecidos e nunca mais voltou. Desde então ele vive como se aquela noite nunca tivesse terminado.

A segunda sessão da sexta, às 16h20, no contexto do programa Brasil Distópico, apresenta o filme “O Jardim das Espumas”, realizado em 1970 por Luis Rosemberg Filho. Sinopse: Em um mundo distópico onde os planetas são separados em pobres e ricos, um corpo celeste extremamente pobre recebe a visita de um emissário dos planetas ricos disposto a negociar. Antes de encontrar o governante do local, esse emissário é sequestrado por uma facção contra o sistema e o que é dito oficialmente. Ao descobrir a realidade do local, o emissário entende que não poderia fomentar ali o mito que ia desenvolver.

Na terceira sessão, às 18h15, tem mais um clássico, “Losing Ground/Sem Chão”, de Kathleen Collins. Sinopse: Um casal composto por uma professora universitária e seu marido, pintor fortemente ligado aos movimentos culturais. Durante as férias, os dois decidem passar o verão longe da cidade que moram, na tentativa de estreitar os laços do relacionamento novamente. Este filme marca o cinema negro dos Estados Unidos.

Data da última modificação: 06/11/2019, 16:43