20.03.17

Galeria Capibaribe recebe os tons vivos de Sebastião Pedrosa e Graham Snow


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Entre o Brasil e a Inglaterra, mares, amizades e poéticas separam e unem os artistas visuais Sebastião Pedrosa e Graham Snow. Eles se uniram para criar uma espécie de ilha particular, local de terra firme e propício à comunhão, na Galeria Capibaribe localizada no Hall do Centro de Artes e Comunicação (CAC), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde apresentam a exposição conjunta “Cruzando Mares: a poética visual de Sebastião Pedrosa e Graham Show”. A mostra está em cartaz até o dia 30.

Foto: Divulgação
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Exposição fica em cartaz até o dia 30 deste mês, no hall do Centro de Artes e Comunicação


A exposição faz parte do calendário dos 70 anos da UFPE e, nesta ocasião, presta uma homenagem a Sebastião Pedrosa, professor aposentado do Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística da instituição. A exposição apresenta produções inéditas dos dois artistas, refletidas em pinturas, esculturas e objetos que revelam como os artistas dialogam entre si através das suas visões particulares sobre a geometria que dão formas às suas peças e as cores vivas que as preenchem.

Sobre a série “Fractal”, de Sebastião Pedrosa, a coordenadora do IAC, Ana Lisboa, analisa “o esmero técnico e a incorporação do imaginário lírico, uma composição de geometria triangular de cores vibrantes, em que as partes se ordenam entre si e estas com o todo, ao mesmo tempo em que nos remetem aos fractais, labirintos, pirâmides e pedras, explorando uma arqueologia subjetiva recheada de memórias individuais”.

Snow, que apresenta obras escolhidas por Pedrosa da série “Construção”, “desenvolve sua poética a partir de uma geometria enriquecida com colagens, cores fortes, carregada de subjetividade, refletindo o seu imaginário próprio através de uma manufatura de precisão, adquirida com a melhoria contínua da experiência advinda de suas realizações. Os trabalhos de Graham são impactantes e alegres, com relevos que capturam o jogo de luz e que, vistos de ângulos diversos, recriam novas formas”, à visão de Ana Lisboa.


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