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UFPE e o futuro

Anísio Brasileiro
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Viva o futuro! Essa é a mensagem da UFPE para receber, com satisfação, seus novos alunos de graduação que, pelo mérito, ingressam em uma das melhores universidades do País. A instituição inicia 2012 com 32 mil estudantes de graduação e sete mil de pós-graduação, que buscam construir seu futuro. Que sonhos e expectativas estão na cabeça dessa juventude que acredita na UFPE? Responder a essas expectativas constitui tarefa de enorme responsabilidade para nós. Para receber bem os estudantes, estamos cuidando da melhoria da infraestrutura física e da assistência estudantil. Vamos inaugurar blocos para salas de aula, com laboratórios e equipamentos modernos, com atenção aos espaços coletivos, iluminação, segurança, limpeza e atentos ao entorno dos câmpus, trabalhando para ter internet sem fio acessível a todos. Estamos ainda construindo moradia estudantil, restaurantes e consolidando uma política de expansão de bolsas de permanência, alimentação, transporte e apoio ao estudo de línguas. Trabalhamos para que tenhamos um câmpus mais humanizado, com harmonia entre conhecimento, atividades culturais e lazer, de modo que todos se sintam acolhidos, desenvolvendo noção de pertencimento a uma instituição de saber.

A UFPE oferece 109 cursos de graduação e 114 cursos de pós-graduação. Baseamos essa formação em pesquisas desenvolvidas em áreas estratégicas. São 514 grupos de pesquisa, ofertando mais de 600 bolsas de iniciação científica por ano e diplomando anualmente mais de mil mestres e doutores. Mas a UFPE ainda tem vários desafios: o fortalecimento da interiorização em Vitória e Caruaru. Estes desafios são de toda a comunidade, sem dúvida um futuro que queremos compartilhar com estudantes, técnicos administrativos e docentes. Estamos atentos à formação para a cidadania de nossos estudantes. Por isso é importante difundir conceitos de tolerância, direitos humanos e justiça social. A tolerância significa ouvir o próximo, respeitar suas opiniões, pois o mundo é diverso e a universidade é plural. Tão importante quanto a boa formação profissional é a formação cidadã dos estudantes para que, como profissionais, exerçam a defesa dos direitos humanos, dos direitos ao trabalho, à vida, à saúde, à educação, se posicionando contra todas as formas de discriminação, violência ou preconceitos. Que a universidade seja um espaço para que esses e essas jovens consigam concretizar projetos de vida que os realize como pessoas, e generosos para com a sociedade.

Artigo publicado em 1º de março de 2012 no Jornal do Commercio
Data da última modificação: 27/10/2016, 14:17