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Jornal do Commercio-Pesquisadora faz campanha para treinamento em Harvard voltado ao combate da dengue
Pesquisadora faz campanha para treinamento em Harvard voltado ao combate da dengue
Saúde e Bem-estar
Página 15

Pesquisadora faz campanha para treinamento em Harvard voltado ao combate da dengue
Uma pesquisadora pernambucana mobiliza uma campanha de financiamento coletivo para viabilizar um período de formação internacional voltado ao estudo de doenças que afetam diretamente a saúde pública no Brasil.
A bióloga Maria Luiza de Lima Vitorino, pesquisadora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), foi aceita para um treinamento de um ano na Harvard Medical School, nos Estados Unidos. Ela é doutoranda no Instituto Keizo Asami (iLIKA), da UFPE.
CAMPANHA DE ARRECADAÇÃO
Para conseguir participar do programa, ela criou uma campanha de arrecadação online com o objetivo de custear despesas de viagem e estadia durante o período de estudos.
A iniciativa, intitulada Luiza em Harvard: Treinamento para Combater a Den gue no Recife, busca apoio para cobrir custos como passagem aérea, seguro saúde, despesas de moradia e alimentação ao longo de um ano.
Segundo a pesquisadora, o investimento total estimado é de cerca de R$ 100 mil, valor necessário para garantir a permanência no exterior durante o treinamento. A vaquinha pode ser acessada online e também aceita doações via Pix: 6078034@ vakinha.com.br (chave).
PROTEÔMICA
De acordo com Maria Lui za, a oportunidade permitirá aprofundar estudos na área de proteômica, campo da ciência que analisa proteínas e pode ajudar a identificar biomarcadores importantes para o diagnóstico e tratamento de doenças.
A pesquisadora afirma que pretende aplicar esse conhecimento em pesquisas relacionadas a arboviroses que atingem o Brasil, especialmente dengue e zika.
“Nasci e desenvolvo minha pesquisa em uma região diretamente impactada por arboviroses como dengue e zika”, explica Maria Luiza. Para ela, o treinamento internacional pode contribuir para trazer novas metodologias científicas ainda pouco exploradas no país.
IMPACTO DAS ARBOVIROSES
Doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, continuam a ser um desafio para a saúde pública no Brasil. Estudos apontam que fatores urbanos e sociais influenciam diretamente a incidência da doença, especialmente em cidades densamente povoadas como o Recife.
Pesquisas também indicam que condições climáticas, densidade populacional e desigualdade urbana podem contribuir para a persistência da transmissão da dengue na capital pernambucana.
COMO AJUDAR
A campanha foi criada na plataforma de financiamento coletivo Vakinha e recebe contribuições de qualquer valor. Até agora, parte dos recursos necessários já foi reunida, mas a pesquisadora ainda busca apoio para atingir a meta e garantir sua participação no treinamento internacional.
A vaquinha pode ser acessada online e também aceita doações via Pix: 6078034@ vakinha.com.br (chave). Segundo Luiza, o objetivo é trazer o conhecimento adquirido de volta ao Brasil e aplicá-lo em pesquisas voltadas ao combate de doenças que impactam diretamente a população.