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Servidores e estudantes da UFPE participaram do encontro “Bibliotecas e pessoas antirracistas: trocando experiências”
A mediação da roda de conversa foi feita pela diretora de Ações Afirmativas da UFPE, Amanda Ganimo
Servidores e estudantes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) se reuniram para a roda de conversa “Bibliotecas e pessoas antirracistas: trocando experiências”, que ocorreu sexta-feira (5), na Biblioteca Joaquim Cardozo, do Centro de Artes e Comunicação (CAC). O evento começou com a apresentação de um teaser do filme “Memórias afirmativas da UFPE: trajetórias plurais e interseccionais” e houve um sorteio de livros em parceria com a Editora UFPE.
O encontro também contou com a presença da diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB) da UFPE, a bibliotecária Andreia Alcântara, e do Alaye – Grupo de estudos e pesquisas em informação antirracista e sujeitos informacionais, que é vinculado ao Departamento de Ciência da Informação da UFPE. O professor Erinaldo Dias, que coordena o grupo, e os integrantes Arthur Henrique Feijó de Almeida, Ísis Trindade e Luiz Guilherme Oliveira compartilharam informações sobre as pesquisas desenvolvidas pela equipe.
A mediação da roda de conversa foi feita pela diretora de Ações Afirmativas da UFPE, Amanda Ganimo, que é bibliotecária e estimulou estudantes negras e negros a comentarem sobre suas experiências, como sentiam o racismo institucional e como o enfrentavam, e pessoas brancas a falarem sobre suas experiências na luta antirracista.
O projeto “Memórias afirmativas da UFPE: trajetórias plurais e interseccionais” foi criado para rememorar e celebrar a presença negra de servidores e discentes na instituição. O vídeo apresentado mostrou um pouco da trajetória da bibliotecária Adelaide de Lima, servidora aposentada da UFPE que estava presente na roda de conversa. O filme deve ser lançado em 2026, no Cinema da UFPE.
Adelaide de Lima, primeira bibliotecária negra a assumir a direção da Biblioteca Central da UFPE, e a atual diretora do SIB, Andreia Alcântara, falaram sobre suas experiências, dificuldades e desafios na condição de mulheres negras em cargos de gestão.
Durante o encontro, discutiu-se a importância das bibliotecas na luta antirracista, com destaque para o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Espaço de Pesquisa e Cultura das Relações Étnico-Raciais (Epcrer). Além de terem sidos citados a importância de dar visibilidade à memória das pessoas negras na universidade e os projetos que estão sendo produzidos no âmbito da Diretoria de Ações Afirmativas (DAA) da UFPE.
Mais informações
Biblioteca Joaquim Cardozo
bib.cac@ufpe.br
(81) 2126.8782