Genética e Biologia Molecular

Portal de informação em genética e biologia molecular e áreas afins

Atualizada em 24.08.2010

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Calendário das disciplinas Bases Moleculares da Genética e Genética Molecular - 2o. semestre 2010 - veja aqui

Pontos de vista e infos das disciplinas

  • Detalhamento do modo de ação do complexo CAP-c AMP em um novo link na página de controle da expressão gênica (ainda em inglês)...

    Notas finais Planilha (15/12), Atenção pequeno ajuste na Planilha de notas Genética Molecular - acesse aqui , Planilha das notas Bases Moleculares da Genética - acesse aqui

  • Uma prova de 2008e agora está no link (1.9 Mb)  Todas as questões podem ser resolvidas. Algumas foram elaboradas por mim e outras pelo prof. Tercílio Calsa.

  • Link para provas, exercícios e FAQs, veja aqui.

  • Vejam o link http://www.biolsci.org/v05p0097.htm que contém uma revisão didática sobre micro RNAs. Muito útil para dar apoio à aula deste assunto em Genética Molecular (Bach. C. Biológicas). Há também uma revisão mais formal, que esclarece melhor alguns pontos.

  • Sequenciamento de DNA cada vez mais barato: novas tecnologias podem chegar à meta do genoma por US1.000,00. Veja nos Hot Spots (Link)

  • O calendário acadêmico de 2009 está disponível no link. A primeira aula de Genética Molecular está programada para quarta feira, dia 18 de fevereiro. As aulas estão todas disponíveis na página Aulas do portal de Genética Molecular para graduação em Ciências Biológicas

  • Quem percebeu que o primeiro intron costuma ser mais longo?  Com pouco exemplos não dá prá ver, mas foi provado este mês. Vejam o paper.

  • Havia sobreposição de genes em alguns genomas bacterianos que examinamos. Mas questionamos se eram verdadeiras ou não. Vejam um paper sobre isso, publicado agora.

  • Vírus "infectando" vírus? O pequeno vírus Sputnik infectando o gigante mimivírus, que por sua vez infecta a ameba Acanthamoeba polyphaga. Destes dois últimos falamos na aula de Genômica de vírus e bactérias. Veja mais em Hot Spots.

  • Pseudo-ciência, temores humanos e preconceitos: o cenário perfeito para a ação de aproveitadores. Veja nos Hot Spots.

  • Chamada para Bolsas de Pos-doc na Genética da UFRJ - URGENTE - aqui

  • Confiram o editoral da revista Nature sobre mudanças climáticas e redução dos estoques de água na Terra.

Mais Hot Spots na coluna da direita

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Notícias de nossas disciplinas

 

Observação à questão 6 da segunda avaliação de GenMol - veja aqui

 

Link para página de aulas genética do curso de Medicina reparado

 

03/06/2010 - TMB - Terceiro bloco de seminários, veja aqui

 

10/04/2010 - GenMol - cronograma tentativo, veja aqui

 

V ENCIBio

 

 

 

 

25 de março de 2010 - Morreu Oswaldo Frota Pessoa, um dos maiores geneticistas do Brasil. Mais informações aqui.

 

Nova edição do livro clássico de Watson e cols., DNA Recombinante: é uma leitura indispensável para os alunos inscritos nas disciplinas que envolvem genética molecular

Agora este livro famoso e importante inclui também os avanços na genômica e no estudo da expressão gênica. Numa linguagem simples e com figuras muito explicativas e corretas, é leitura fundamental, que certamente complementa de forma ideal os rabiscos de genética molecular desta página. Veja detalhes na Bibliografia.

 

 

Charles Darwin e a viagem do Beagle ao redor do mundo: link para nossosCharles Darwin Beagle comentários sobre este livro em dois volumes.

 

 

 

Notícias antigas

 

 

Disciplinas e Cursos

Genética Molecular - Bacharelado C. Biológicas - CCB/ UFPE - GN235

Genética Mendeliana  - GEN 003 - Licenciatura C. Biológicas - CCB/ UFPE

 Imunogenética - Aula na disciplina Genética Humana - vários cursos - CCB/UFPE

Técnicas Moleculares na Biologia - Bach. C. Biológicas e outros cursos - CCB/UFPE - GN315

Genética - Curso de Medicina - UFPE

Genética Molecular - Programa de Pós-Graduação em Genética - PPGG/DGEN/CCB/UFPE

Biologia Molecular - Programa de Pós Graduação em Ciências Biológicas - CCB/UFPE

Genética Molecular - Programa de Pós Graduação em Ciências Biológicas - CCB/UFPE

Imunologia Celular e Molecular Revisto!- Programa de Pós Graduação em Ciências Biológicas - CCB/UFPE

Política e Gestão Ambiental - Bacharelado em Ciências Ambientais - CCB/UFPE

Curso de Introdução à Bioinformática - CAPES/PQI-UFCG/PATOS

Curso de Leishmanioses - CAPES/PQI-UFCG/PATOSCurso de Genética e Biologia Molecular (média duração) - CAPES/PQI-UFCG/PATOSMini-curso de Bioinformática (Sembio 2006)Mini-curso de Bioinformática (Sembio 2007)

 

Outras informações

 

Curso de Construção de Homepages Didáticas - CCB-UFPE/2009 (27 de abril a 25 de maio de 2009 )

Apostila de Sequenciamento - método dideoxi

Programas Bioinfo

Palestras Nobel

Bibliografia

Animações

Links

Manual on-line de leishmanioses

Manual on-line de flebotomíneos Calendário letivo UFPE 2006

Leishmaniose tegumentar CRDT (Rhodia)

Curso de Construção de Homepages Didáticas (2009)

Reflorestamento ciliar do Baixo São Francisco - versão 2010

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hot spots

PRMP

 

Leitura da “Nota de Repúdio” do MST ao seminário interno realizado pela CTNBio, em maio de 2010, para avaliação da biossegurança do arroz LL - geneticamente modificado - link;   mais informações sobre este arroz aqui.

 

Determinação do sexo em aves: descoberto o gene que faz a diferença  

A determinação das características sexuais nas aves tem desafiado a ciência há muito tempo, As fêmeas dos mamíferos tem dois cromossomos X e os machos um único X e um Y degenerado que leva o gene macho-dominante SRY, que determina o desenvolvimento do testículo. Nas aves ocorre justamente o contrário: Os machos têm dois cromossomos Z e as fêmeas um Z e um W. Os cromossomos sexuais das aves e de mamíferos não tem genes em comum, mas o cromossomo Z das aves, cheio de genes, e o W, quase sem eles, lembram demais a situação dos cromossomos X e Y de mamíferos. Os pares de cromossomos sexuais ZW e XY evidentemente evoluíram de autosomos (cromossomos não sexuais) diferentes em aves e mamíferos. Nas aves não parece haver qualquer sinal de um gene similar ao SRY no cromossomo Z nem havia qualquer sugestão de gene, no cromossomo W que pudesse determinar as características femininas, deixando a determinação sexual nas aves em aberto.  Na primeira edição de setembro da Revista Nature acaba se sair um artigo que indica um forte candidato ao gene de determinação sexual das aves, o gene DMRT1, no cromossomo Z. Vejam comentários e links no artigo de fundo linkado a seguir:

http://www.nature.com/nature/journal/v461/n7261/pdf/461177a.pdf

 

 

Mais perto do "Santo Graal" da genômica: o sequenciamento de DNA em nanoporos

O primeiro sequenciamento do genoma humano foi feito com sequenciadores automáticos que usavam a tecnologia conhecida como método Sanger, que se baseia na incorporação de dideóxi-nucleotídeos fluorescentes (veja o assunto na disciplina). O custo estimado foi de alguns bilhões de dólares. O sequenciamento de segunda geração, com o Genome Analyzer da Illumina, o sequenciador 454 da Roche e o sistema SOLiD daApplied Biosystems, baixou o preço do genoma humano para 100 mil dólares. A promessa de um genoma por 1.000 dólares ficou agora mais perto com os sistemas de sequenciamento de terceira geração, que contam com novas tecnologias. Uma delas é a detecção direta de nucleotídeos incorporados e a outra é a leitura direta dos nucleotídeos numa fita única de DNA, sem interrupção. Esta última tecnologia conta com a passagem de nucleotídeos recém cortados de uma fita simples de DNA por um nanoporo de hemolisina e sua identificação por uma molécula acoplada covalentemente ao interior do poro.  Parece ficção, mas não é, e logo estará no mercado. Veja mais detalhes na notícia saída em Nature Methods agora em abril de 2009 (Link)

 

 

Stacking: textos sobre piramidação de eventos em plantas transgênicas

Veja a literatura aqui e novos textos aqui

 

Genoma do Homem de Heanderthal está quase pronto

 

Um grupo de pesquisadores do Instituto Max Plank para Antropologia Evolutiva, em Leipzig, Alemanha deverá publicar brevemente o genoma do parente mais próximo do homem moderno. As duas espécies têm um ancestral comum e conviveram por quase 40.000 anos. Terá havido troca de genes entre elas (geração de híbridos)? estas e muitas outras questões serão abordadas agora com base na comparação entre os genomas, que são 99% semelhantes. Veja mais no link (no formato pdf) para a notícia veiculada pela revista Nature, na primeira edição de fevereiro de 2009.

foto: http://www.neanderthal-man.com

 

Vírus que "parasitam" vírus?

Da sala de aula para a "big science": por uma feliz coincidência o gigante mimivirus, cujo genoma foi comentado em sala de aula de GenMol no dia 15 de outubro, tinha sido alvo de uma interessante publicação da Nature na edição de 4 de setembro

 

Pesquisadores da França e do NCBI descreveram e publicaram recentemente na Nature o que é o primeiro vírus que "parasita" outro vírus. O "hospedeiro" é o mimivírus, um virus gigantesco com um genoma linear de DNA dupla fita de 1,185 megabases. O "parasita" é um pequeno vírus icosaédrico (o icosaedro é um dos sólidos arquimedianos, sendo regular e com 20 faces triangulares) com 50 nm de diâmetro e que em um genoma circular de fita dupla de DNA com pouco mais de 18 kb. Os genes estão distribuídos no genoma como geralmente visto nos vírus: bem próximos mas com pouca sobreposição. O Sputnik não se multiplica numa ameba que não esteja infectada com o mimivírus, mas inicia sua duplicação quando ela está infectada por este vírus gigante ou por uma outra variante ainda maior, provisoriamente chamada mamavirus. A presença do Sputnik provoca o aparecimento de mimivirus mal formados. Toda uma análise genômica foi feita para este novo virus "parasita" e está apresentada no artigo linkado (663 kb).


A meia verdade dos oportunistas: até onde nos leva a tolerância às investidas destes aproveitadores

A cada dia nos defrontamos com um novo guru ou mentor, que nos ensina que a ciência e os cientistas estão escondendo dados e vendendo gato por lebre e que eles, sim devem ser ouvidos. Usam em seu favor os temores da sociedade em relação às novidades (toda a sociedade é bastante reativa, mesmo quando parece abraçar de imediato qualquer tecnologia...) e a complexidade dos temas escolhidos (transgenia, meio ambiente, alimentação ou evolução, por exemplo). Exploram habilmente os temas, misturando fatos concretos com mentiras, reinterpretando resultados sem qualquer critério, misturando ciência e notícias de jornal. Por fim, atingem seus objetivos: arrebanhar um público cauteloso (para não dizer medroso) para suas causas: banir as plantas transgênicas (mas nunca as vacinas ou remédios baseados nesta tecnologia, por que será?), evitar o uso de certos alimentos ou a tomada de certos posições em relação ao meio ambiente, ou ainda tentar impingir nas escolas o ensino de teorias religiosas no lugar ou paralelamente às teorias científicas, nas aulas de ciências.

Até agora a classe  científica tem-se mantido, em grande parte, como o avestruz (no folklore popular): escondendo a cabeça num buraco. Isso tem sido enormemente prejudicial, levando a danos econômicos sérios, atrasos tecnológicos, obscurantismo e preconceitos novos ou fortalecidos. Mas há uma crescente grita e, se houver aplicação por parte da classe, os oportunistas farão como sempre fazem: vão sumir por uns tempos, apenas para voltar à carga quando a guarda da ciência baixar.

 

Para a leitura dos interessados, anexamos um link http://www.genengnews.com/articles/chitem.aspx?aid=2574 e um artigo (97 kb).

 

GINA -Genetic Information Nondiscrimination Act 
 
O público em geral teme as consequências do vazamento de informações genéticas sobre um indivíduo para as companhias de seguro saúde e seguro de vida e para empregadores, em geral. Não é um temor sem fundamento. Veja como os EUA tomaram a iniciativa de botar regras neste jogo.

No dia 21 de maio de 2008 o Presidente os EUA, G. Bush, assinou o ato (equivalente a uma lei, no Brasil) que impede a discriminação ao indivíduo a partir de informações de sua constituição genética (notícia).  O texto do ato é extenso, com 42 páginas, e reflete a complexidade da questão, que foi discutida por mais de 10 anos nas duas casas do governo americano. Ainda assim, não agrada a todos. Para um balanço dos prós e contras, leia o artigo da Nature Biotechnology linkado.

A questão certamente deverá ser tratada pelo nosso congresso, mas por enquanto ele está muito mais ocupado com questões que envolvem preceitos religiosos (como é o caso da pesquisa com células tronco), embora nosso governo seja oficialmente laico. Caberá às sociedades científicas e às organizações que defendem os direitos do cidadão a pressão sobre o legislativo e o judiciário. Algumas destas organizações, como o IDEC, contudo, estão envolvidas numa longa batalha contra os cultivos transgênicos e não dão a devida atenção a coisas concretas, como o mau uso da informação genética neste país. (PPA)   


Artigo para discussão - A desilusão do cientista

A magnitude da oposição religiosa à ciência é muitas vezes exagerada, mas novos problemas podem estar à frente.

O artigo de David Goldston, publicado online no dia 5 de março de 2008, na revista Nature, discute o recrudescimento da oposição religiosa aos conceitos da ciência e a pressão crescente de grupos religiosos para a adoção de teorias religiosas como elementos a serem ensinados nas aulas de ciência nos Estados Unidos.

Esta tendência também vem sendo observada aqui e  os paradigmas e dogmas religiosos têm sido repassados a ações e declarações de autoridades administrativas e políticas em esferas distantes da religião.

O problema central parece ser a perda do conceito de método, que é distinto na ciência e nas religiões: a ciência tem apenas um método e as religiões têm, cada qual, o seu.

A leitura, embora em inglês, é instrutiva. Veja aqui(48 kb)

Brasil adota plantios transgênicos de forma mais acelerada do que o resto do Mundo.

Leia aqui a data page da Nature Biotechnology

 

Cartoon

  Deus desiste do Intelligent Design

Site para visitar: www.genomesize.com. Mais de 4.300 genomas disponíveis
   
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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Todas as opiniões expressas aqui, exceto aquelas constantes de artigos e reportagens linkadas, são de inteira responsabilidade do editor chefe do Portal, Prof. Paulo Andrade