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Genética Molecular - Bacharelado C. Biológicas - CCB/
UFPE - GN235
Genética Mendeliana
- GEN 003 - Licenciatura C.
Biológicas - CCB/ UFPE
Imunogenética - Aula na disciplina Genética Humana -
vários cursos - CCB/UFPE
Técnicas Moleculares na Biologia
- Bach. C. Biológicas e outros cursos - CCB/UFPE - GN315
Genética - Curso de
Medicina - UFPE
Genética Molecular -
Programa de Pós-Graduação em Genética -
PPGG/DGEN/CCB/UFPE
Biologia Molecular -
Programa de Pós Graduação em
Ciências Biológicas - CCB/UFPE
Genética Molecular -
Programa de Pós Graduação em
Ciências Biológicas - CCB/UFPE
Imunologia Celular e Molecular
Revisto!-
Programa de Pós Graduação em
Ciências Biológicas - CCB/UFPE
Política e Gestão Ambiental
- Bacharelado em Ciências Ambientais - CCB/UFPE
Curso de
Introdução à Bioinformática
- CAPES/PQI-UFCG/PATOS
Curso de
Leishmanioses -
CAPES/PQI-UFCG/PATOSCurso
de Genética e Biologia Molecular (média duração) -
CAPES/PQI-UFCG/PATOSMini-curso de
Bioinformática (Sembio 2006)Mini-curso de
Bioinformática (Sembio 2007)
Outras informações
Curso de Construção de Homepages Didáticas -
CCB-UFPE/2009 (27 de abril a 25 de maio de
2009 )
Apostila de
Sequenciamento - método dideoxi
Programas Bioinfo
Palestras Nobel
Bibliografia
Animações
Links
Manual on-line de
leishmanioses
Manual on-line de
flebotomíneos Calendário letivo UFPE 2006
Leishmaniose tegumentar CRDT (Rhodia)
Curso de Construção de Homepages Didáticas (2009)
Reflorestamento
ciliar do Baixo São Francisco - versão 2010
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Hot spots
PRMP
Leitura da “Nota de
Repúdio” do MST ao seminário interno realizado pela CTNBio, em maio de 2010,
para avaliação da biossegurança do arroz LL - geneticamente modificado -
link;
mais informações sobre este arroz
aqui.
Determinação do sexo em aves: descoberto o
gene que faz a diferença

A determinação das características sexuais nas aves tem desafiado a
ciência há muito tempo, As fêmeas dos mamíferos tem dois cromossomos X e
os machos um único X e um Y degenerado que leva o gene macho-dominante
SRY, que determina o desenvolvimento do testículo. Nas aves ocorre
justamente o contrário: Os machos têm dois cromossomos Z e as fêmeas um
Z e um W. Os cromossomos sexuais das aves e de mamíferos não tem genes
em comum, mas o cromossomo Z das aves, cheio de genes, e o W, quase sem
eles, lembram demais a situação dos cromossomos X e Y de mamíferos. Os
pares de cromossomos sexuais ZW e XY evidentemente evoluíram de
autosomos (cromossomos não sexuais) diferentes em aves e mamíferos. Nas
aves não parece haver qualquer sinal de um gene similar ao SRY no
cromossomo Z nem havia qualquer sugestão de gene, no cromossomo W que
pudesse determinar as características femininas, deixando a determinação
sexual nas aves em aberto. Na primeira edição de setembro da
Revista Nature acaba se sair um artigo que indica um forte candidato ao
gene de determinação sexual das aves, o gene DMRT1, no cromossomo Z.
Vejam comentários e links no artigo de fundo linkado a seguir:
http://www.nature.com/nature/journal/v461/n7261/pdf/461177a.pdf
Mais perto do "Santo Graal" da genômica: o
sequenciamento de DNA em nanoporos
O primeiro sequenciamento do genoma
humano
foi
feito com sequenciadores automáticos que usavam a tecnologia
conhecida como método Sanger, que se baseia na incorporação de
dideóxi-nucleotídeos fluorescentes (veja o
assunto na disciplina). O
custo estimado foi de alguns bilhões de dólares. O sequenciamento de
segunda geração, com o Genome Analyzer da Illumina, o sequenciador
454 da Roche e o sistema SOLiD daApplied Biosystems, baixou o preço
do genoma humano para 100 mil dólares. A promessa de um genoma por
1.000 dólares ficou agora mais perto com os sistemas de
sequenciamento de terceira geração, que contam com novas
tecnologias. Uma delas é a detecção direta de nucleotídeos
incorporados e a outra é a leitura direta dos nucleotídeos numa fita
única de DNA, sem interrupção. Esta última tecnologia conta com a
passagem de nucleotídeos recém cortados de uma fita simples de DNA
por um nanoporo de hemolisina e sua identificação por uma molécula
acoplada covalentemente ao interior do poro. Parece ficção,
mas não é, e logo estará no mercado. Veja mais detalhes na notícia
saída em Nature Methods agora em abril de 2009 (Link)
Stacking:
textos sobre piramidação de eventos em plantas transgênicas
Veja a literatura
aqui e novos textos
aqui
Genoma do
Homem de Heanderthal está quase pronto
Um grupo de pesquisadores do
Instituto Max Plank para Antropologia Evolutiva, em Leipzig,
Alemanha
deverá publicar brevemente o genoma do parente mais próximo do homem
moderno. As duas espécies têm um ancestral comum e conviveram por
quase 40.000 anos. Terá havido troca de genes entre elas (geração de
híbridos)? estas e muitas outras questões serão abordadas agora com
base na comparação entre os genomas, que são 99% semelhantes. Veja
mais no
link
(no formato pdf) para a notícia veiculada pela revista Nature, na
primeira edição de fevereiro de 2009.
foto:
http://www.neanderthal-man.com
Vírus que "parasitam"
vírus?
Da sala de aula para
a "big science": por uma feliz coincidência o gigante mimivirus, cujo
genoma foi comentado em sala de aula de GenMol no dia 15 de outubro,
tinha sido alvo de uma interessante publicação da Nature na edição de 4
de setembro
Pesquisadores da França e do NCBI descreveram e
publicaram recentemente na Nature o que é o primeiro vírus que
"parasita" outro vírus. O "hospedeiro" é o mimivírus, um virus
gigantesco com um genoma linear de DNA dupla fita de 1,185 megabases. O
"parasita" é um pequeno vírus icosaédrico (o icosaedro é um dos sólidos
arquimedianos, sendo regular e com 20 faces triangulares) com 50 nm de
diâmetro e que em um genoma circular de fita dupla de DNA com pouco mais
de 18 kb. Os genes estão distribuídos no genoma como geralmente visto
nos vírus: bem próximos mas com pouca sobreposição. O Sputnik não se
multiplica numa ameba que não esteja infectada com o mimivírus, mas
inicia sua duplicação quando ela está infectada por este vírus gigante
ou por uma outra variante ainda maior, provisoriamente chamada mamavirus.
A presença do Sputnik provoca o aparecimento de mimivirus mal formados.
Toda uma análise genômica foi feita para este novo virus "parasita" e
está apresentada no
artigo linkado (663 kb).
A meia verdade dos
oportunistas: até onde nos leva a tolerância às investidas destes
aproveitadores
A cada dia nos defrontamos com um novo
guru ou mentor, que nos ensina que a ciência e os cientistas estão
escondendo dados e vendendo gato por lebre e que eles, sim devem ser
ouvidos. Usam em seu favor os temores da sociedade em relação às
novidades (toda a sociedade é bastante reativa, mesmo quando parece
abraçar de imediato qualquer tecnologia...) e a complexidade dos temas
escolhidos (transgenia, meio ambiente, alimentação ou evolução, por
exemplo). Exploram habilmente os temas, misturando fatos concretos com
mentiras, reinterpretando resultados sem qualquer critério, misturando
ciência e notícias de jornal. Por fim, atingem seus objetivos:
arrebanhar um público cauteloso (para não dizer medroso) para suas
causas: banir as plantas transgênicas (mas nunca as vacinas ou remédios
baseados nesta tecnologia, por que será?), evitar o uso de certos
alimentos ou a tomada de certos posições em relação ao meio ambiente, ou
ainda tentar impingir nas escolas o ensino de teorias religiosas no
lugar ou paralelamente às teorias científicas, nas aulas de ciências.
Até agora a classe científica
tem-se mantido, em grande parte, como o avestruz (no folklore
popular): escondendo a cabeça num buraco. Isso tem sido enormemente
prejudicial, levando a danos econômicos sérios, atrasos
tecnológicos, obscurantismo e preconceitos novos ou fortalecidos.
Mas há uma crescente grita e, se houver aplicação por parte da
classe, os oportunistas farão como sempre fazem: vão sumir por uns
tempos, apenas para voltar à carga quando a guarda da ciência
baixar.
Para a leitura dos interessados, anexamos um link
http://www.genengnews.com/articles/chitem.aspx?aid=2574 e
um artigo (97 kb).
GINA
-Genetic Information Nondiscrimination Act
O público em geral teme as
consequências do vazamento de informações genéticas sobre um indivíduo
para as companhias de seguro saúde e seguro de vida e para empregadores,
em geral. Não é um temor sem fundamento. Veja como os EUA tomaram a
iniciativa de botar regras neste jogo.
No dia 21 de maio de 2008 o Presidente
os EUA, G. Bush, assinou o ato (equivalente a uma lei, no Brasil) que
impede a discriminação ao indivíduo a partir de informações de sua
constituição genética (notícia).
O texto do ato é
extenso, com 42 páginas, e reflete a complexidade da questão, que foi
discutida por mais de 10 anos nas duas casas do governo americano. Ainda
assim, não agrada a todos. Para um balanço dos prós e contras, leia o
artigo da Nature Biotechnology linkado.
A questão certamente deverá ser tratada pelo nosso
congresso, mas por enquanto
ele está muito mais ocupado com questões que envolvem preceitos
religiosos (como é o caso da pesquisa com células tronco), embora nosso
governo seja oficialmente laico. Caberá às sociedades científicas e às
organizações que defendem os direitos do cidadão a pressão sobre o
legislativo e o judiciário. Algumas destas organizações, como o IDEC,
contudo, estão envolvidas numa longa batalha contra os cultivos
transgênicos e não dão a devida atenção a coisas concretas, como o mau
uso da informação genética neste país. (PPA)
Artigo para discussão - A desilusão do
cientista
A magnitude da
oposição religiosa à ciência é muitas vezes exagerada, mas novos
problemas podem estar à frente.
O artigo de David Goldston, publicado online no dia 5 de março de 2008,
na revista Nature, discute o recrudescimento da oposição religiosa aos
conceitos da ciência e a pressão crescente de grupos religiosos para a
adoção de teorias religiosas como elementos a serem ensinados nas aulas
de ciência nos Estados Unidos.
Esta tendência também vem sendo observada aqui e
os paradigmas e dogmas religiosos têm sido repassados a ações e
declarações de autoridades administrativas e políticas em esferas
distantes da religião.
O problema central parece ser a perda do conceito de
método, que é distinto na ciência e nas religiões: a ciência tem apenas
um método e as religiões têm, cada qual, o seu.
A leitura, embora em inglês, é instrutiva. Veja
aqui(48 kb)
Brasil adota plantios transgênicos de forma mais acelerada do que o resto do
Mundo.
Leia aqui a
data page da Nature
Biotechnology
Cartoon
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