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Jornal do Commercio- Recomposição orçamentária: veja como ficaram os recursos das universidades e institutos federais de Pernambuco para 2026
Recomposição orçamentária: veja como ficaram os recursos das universidades e institutos federais de Pernambuco para 2026
Enem e Educação
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Recomposição orçamentária: veja como ficaram os recursos das universidades e institutos federais de Pernambuco para 2026
As universidades federais terão uma recomposição orçamentária de R$ 488 milhões em 2026. A medida foi oficializada por meio da Portaria GM/MPO nº 12/2026, publi cada pelo governo federal no dia 20 de janeiro.
De acordo com a Lei Orçamentária Anual (LOA) apro vada pelo Congresso Nacional, o orçamento previsto inicialmente para a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) era de R$ 174,8 milhões. Com a recomposição, o valor passa para R$ 183,4 milhões, superando o orçamento de 2025, que foi de R$ 179 milhões após recomposição.
Para a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), a recomposição será de R$ 4.505.879, elevando o orçamento total da instituição em 2026 para R$ 80.571.388.
A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) recebeu uma recomposição de R$ 2.491.467. O valor, segundo a instituição, é ligeiramente inferior ao montante de R$ 2.545.668 que havia sido cancelado durante a tramitação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA). O orçamento discricionário da Univasf na LOA 2026 soma R$ 45.598.936, já incluindo os recursos do Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES).
Já a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (Ufape) terá uma recomposição de R$ 835.573 em seu orçamento para este ano.
OUTRAS MEDIDAS
Além das universidades, os institutos federais também serão contemplados com a recomposição orçamentária. O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) receberá R$ 5.733.396, enquanto o Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE) terá um aporte de R$ 2.560.819.
No total, o governo federal destinará R$ 332 milhões para o custeio das 69 universidades federais e R$ 156 milhões para a Rede Federal de Educação Profissional, Científi ca e Tecnológica. Outros R$ 230 milhões, provenientes do orçamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), serão direcionados à concessão de bolsas para pesquisadores da educação profissional e tecnológica e da educação superior.
ESTUDANTES SE POSICIONAM
A União Nacional dos Estudantes (UNE) considerou a recomposição como um avanço concreto para a educação pública no país. A entidade, no entanto, destacou que o financiamento da educação não pode ficar condicionado a negociações no Congresso Nacional.
“As “emendas via pix”, cria das e apoiadas pela extrema direita são responsáveis, junto ao arcabouço fiscal, por sufocar o orçamento público a cada ano”, afirmou.
A UNE informou ainda que entregou ao governo federal uma carta reforçando a urgência da recomposição orçamentária e a necessidade de um compromisso permanente com a educação pública. Para a entidade, a medida representa uma vitória da mobilização estudantil, mas a luta continua enquanto o direito à educação precisar ser disputado.