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Ação extensionista da UFPE promove experiência em neuroanatomia para jovens com TEA no Recife

A atividade buscou ampliar o acesso ao conhecimento científico, estimular a participação ativa dos jovens e fortalecer habilidades socioemocionais

Estudantes de graduação e pós-graduação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) realizaram uma atividade extensionista voltada a adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus familiares. A iniciativa, realizada no final de março, consistiu em uma visita à Clínica Somar Special Care, na unidade da Ilha do Retiro, momento no qual os estudantes apresentaram conteúdos de neuroanatomia de forma acessível, utilizando peças anatômicas cedidas por laboratórios da universidade. 

A atividade foi conduzida com adaptações metodológicas voltadas à acessibilidade, como uso de linguagem clara, organização estruturada das atividades e respeito ao ritmo dos participantes. Durante a ação, os conteúdos foram apresentados por alunos do Programa de Pós-Graduação em Neuropsiquiatria e Ciências do Comportamento da UFPE, além de estudantes de cursos de graduação do CAV. A proposta buscou ampliar o acesso ao conhecimento científico, estimular a participação ativa dos jovens e fortalecer habilidades socioemocionais em um ambiente acolhedor.

A ação integra o projeto Adolescer – Ano XIV, vinculado ao Centro Acadêmico de Vitória (CAV) e aprovado em edital da Pró-Reitoria de Extensão (Proext). Coordenado pela professora Rosana Ximenes, do curso de Enfermagem do CAV, o projeto desenvolve, há 14 anos, ações voltadas à promoção da saúde de adolescentes em Pernambuco, incluindo orientação, prevenção e encaminhamento para serviços especializados. 

A iniciativa foi realizada com o apoio do Laboratório de Anatomia e do Laboratório de Identificação Humana e Osteologia Forense (LIHOF), ambos do CAV, e em parceria com a Clínica Somar Special Care e a Somar Neuro – Centro de Neuromodulação, instituições com atuação no atendimento multiprofissional a pessoas neurodivergentes. A colaboração também envolve profissionais e pesquisadores da área, ampliando a interface entre prática clínica e produção científica.

Além da dimensão educativa, a ação reforça a articulação entre universidade, serviços de saúde e comunidade, contribuindo para a construção de práticas inclusivas e para a valorização do conhecimento científico aplicado à realidade social.

Fecha de la última modificación: 13/04/2026, 14:46